sexta-feira, 20 de junho de 2008

JUNO


Juno, era para ser um filme simples e de baixo custo, mas por sua simplicidade ganhou ótica mundial e faturou o Oscar de melhor roteiro original.



Gravidez na adolescência sempre foi um tabu, e esse é o assunto do filme Juno. Ganhador do Oscar de melhor roteiro original, além de receber indicação para melhor filme, Juno cativou muita gente com seu roteiro simples e de baixo custo.Foi escrito por uma ex-striper e atende de tele-sexo, Diablo Cody. Ela soube tratar de um assunto delicado, de maneira bem cômica, ás vezes bem sarcástica.
A protagonista, interpretada por Hellen Page (Menina má.com) engravida de seu então melhor amigo, Paulie Bleeker (Michael Cera, de Super Bad e da série Arrested Development) em uma única noite de sexo sem compromisso. Quando descobre que está grávida Juno não esperneia nem chora drasticamente. Ela primeiro pensa em abortar, mas quando encontra uma colega de sala protestando na frente de uma clinica de aborto que lhe diz que “Fetos têm unhas”, desiste e sai correndo. A outra opção para o “acidente”, é pensar em pais adotivos que possam dar tudo de bom e do melhor para o bebê (Juno nunca fala em filho.O feto é apenas uma coisa- It´s em inglês). A adolecente acaba encontrando um casal “perfeito” nos classificados do jornal. Vanessa (Jennifer Garner) e Mark (Jason Bateman), aparentam tudo que Juno busca para o bebê: um casal rico, sem filhos que tentou engravidar durante anos e são loucos para ter um filho.

Juno é um filme que emociona e impressiona, pois a protagonista leva a gravidez com muita tranqüilidade e não está nem aí para o que os outros dizem. Ela é fria quando toma a decisão do aborto, mas logo desiste. Mesmo com a gravidez ela acaba descobrindo o amor de uma maneira muito diferente por Paulie Bleeker de quem engravidou. Juno tem tudo para virar um dos maiores clássicos do cinema mundial.

Laiz Marinho

Nenhum comentário: